Em recente levantamento feito pelo SindEstética, a crise passa longe desse mercado e os fatores que mais contribuem para sua expansão são o crescimento da participação feminina no mercado de trabalho, os avanços em pesquisas de produtos e a inovação tecnológica, que a cada dia cria novos lançamentos para o segmento.
O Brasil está entre os maiores consumidores de produtos e serviços voltados para a Estética, ao lado de nações como Inglaterra, Espanha, Alemanha, França e Estados Unidos.
Essa característica do consumo nacional reflete na ampliação do mercado de trabalho que além das clínicas de estética engloba também, hotéis, clínicas de cirurgia plástica, de dermatologia, salões de beleza, academias, além da própria indústria exclusivamente do setor.
Atualmente a estimativa é que 50 mil profissionais liberais e 9 mil empresas se dedicam às atividades ligadas à estética.
A importância da organização dessa mão-de-obra motivou um trabalho de conscientização durante oito anos, para que fosse criado um sindicato para representar a categoria. Finalmente em setembro de 2008, o Ministério do Trabalho e Emprego reconheceu oficialmente o Sindicato dos Empregadores e Profissionais Liberais em Estética e Cosmetologia do Estado de São Paulo, denominado de SindEstética.
Trata-se do primeiro sindicato voltado para esses profissionais no Brasil. O objetivo da entidade é formalizar e promover a qualificação das pessoas que exercem funções da profissão, lutar pela redução da carga tributária, conseguir melhorar o acesso às linhas de crédito para compra de equipamentos, incentivar o empreendedorismo e fazer parcerias para criar programas de benefícios para os associados. |